ELEIÇÃO PRESIDENCIAL 2022 - A SOMBRA DE 1964 PROJETA-SE SOBRE NÓS
Olá Escritores !!
Preparados para o artigo desta semana ??
Semana passada em nosso artigo DEMOCRACIA, PARADOXOS DESAFIOS, fizemos uma breve reflexão sobre o que é a democracia, destacando os seus paradoxos, os desafios que ela enfrenta e, principalmente, a sua importância para nosso desenvolvimento social como nação.
Como vimos, a democracia vem sofrendo ataques sistemáticos e organizados de grupos que se aproveitam das imperfeições democráticas para fomentar ataques contra a democracia em todo o mundo civilizado.
Por isso, a escolha de nosso assunto na semana passada foi providencial; esclarecer, discutir e informar sobre a nossa democracia e o risco real que ela enfrenta em nossa era é um verdadeiro serviço de utilidade pública que visa, antes de mais nada, informar a nossa população sobre o risco civilizacional com o qual estamos perigosamente flertando em nossa contemporaneidade e, em um segundo momento, registrar e analisar as contradições de nossa era para estudos futuros.
No artigo de hoje trazemos um ensaio que visa conhecer melhor os principais estratagemas e subterfúgios utilizados por Bolsonaro para a sua manutenção no poder, em outros termos, vamos entender como um governo que conquistou para si os piores índices de desenvolvimento da história consegue se desvencilhar de dezenas de processos de impeachment e chegar relativamente competitivo à corrida eleitoral, mesmo que, em todos os índices verificáveis de despenho, este seja o pior governo de toda a história recente do país.
A começar por sua gestão em um dos maiores desafios da humanidade; o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus; o negacionismo científico de Bolsonaro revelou seu custo em vidas humanas e é, reconhecidamente em todo o mundo, uma das piores gestões dessa crise.
A constante tensão institucional também é fator decisivo para que o governo Bolsonaro seja, de longe, considerado o pior governo da República brasileira, Bolsonaro tem extrema dificuldade em aceitar o sistema democrático com seus freios e contrapesos, assim sendo, prefere investir toda a sua energia em sabotar a democracia, sempre elegendo para si um inimigo imaginário e alimentando a sua falsa narrativa de que são os outros que não deixam ele trabalhar.
Além do negacionismo e das tensões institucionais é marca da gestão Bolsonarista o isolamento internacional do país, com este isolamento, o Brasil perdeu divisas, investimentos internacionais e oportunidades de crescimento e, não podemos esquecer, do posicionamento do governo Bolsonaro quando o assunto é a proteção do meio ambiente.
Com suas posturas contrárias à agenda ambiental o que se verifica é um aumento sem precedentes do desmatamento e das queimadas na Amazônia, esta é uma situação negativa do governo Bolsonaro que vem preocupando todo o mundo e aumentando, ainda mais, o isolamento internacional do país.
Os discursos e as ações do governo Bolsonaro vão de encontro com uma tendencia mundial de preservação dos biomas naturais, além de desgastar relações diplomáticas importantes para o país, rendendo embargos aos produtos brasileiros no exterior.
Sobre a corrupção, além de não avançar em nada no combate a este crime, está implicado em vários esquemas ilícitos que envolvem não somente o próprio Bolsonaro como também todos os filhos e aliados de primeira ordem, isso sem esquecer o orçamento secreto que, apesar de ainda estar obscuro pela falta de transparência e as constantes sabotagens do governo - exoneração de agentes públicos responsáveis por investigar as denúncias, decretação de sigilo de 100 anos em assuntos espinhentos, perseguição e demonização da imprensa tradicional entre outras formas de sabotagem - , já se mostra como um dos maiores e mais vergonhosos esquemas de corrupção da história recente do país, pois corrompe a estrutura institucional.
Por toda este cenário complexo, perigosos e desafiador que estamos vivenciando é que resolvemos trazer para o centro de nossas atenções uma reflexão apurada do que estará em jogo amanha, em uma de nossas mais importantes eleição dos últimos tempos; uma eleição para decidirmos se queremos continuar na democracia ou se vamos seguir nesta aventura golpista.
Então, sem mais nos alongar, vamos refletir profundamente sobre o tipo de país que queremos daqui para frente, desejamos para você uma boa leitura e uma necessária reflexão sobre o nosso futuro como nação.
Boa Leitura !!
O governo de Bolsonaro tem se notabilizado por suas investidas contra a democracia brasileira, desde a sua chegada ao poder, verificamos estratagemas com o claro intuito de minar as instituições democráticas e perpetuar a sua permanência nas esferas de poder, em um claro projeto ditatorial.
Bolsonaro aparelhou o Estado com seus testas de ferro Augusto Aras, na Procurador Geral da República e Arthur Lira, na Presidência da Câmara dos Deputados com esta manobra política se blinda contra os processos de impeachment.
É importante esclarecer, de forma rápida e sucinta, os motivos estratégicos que levaram Bolsonaro a ter aliciado justamente Aras na PGR e Lira na presidência da Câmara dos Deputados, com essas 2 peças estratégicas Bolsonaro vem se desvencilhando dos processos de impeachment, mesmo fazendo um governo eivado de crimes, tanto crimes de responsabilidade, quanto crimes comuns.
Para ser deposto por meio do impeachment o presidente precisa ter cometido crime de responsabilidade ou crime comum;
no caso de crime de responsabilidade o trâmite se inicia via Congresso (Câmara e Senado), é necessário maioria qualificada na Câmara dos Deputados, ou seja, 2/3 da Câmara, se avançar, vai para o Senado Federal onde também precisa de maioria qualificada, para que todo esse processo se inicie é imprescindível a aprovação do Presidente da Câmara dos Deputados, adivinhem quem? ... Arthur Lira.
Já para o crime comum o processo de impeachment segue outro trâmite, nesse caso, é necessário que a Procuradoria Geral da República, comandada pelo inerte Augusto Aras, dê entrada no processo que, caso aceito, segue para o STF, uma vez aprovado o processo no STF ele volta para a Câmara que por maioria qualificada, 2/3, aprova ou não a continuação da ação, se aprovada na Câmara dos Deputados o processo volta uma vez mais para o STF que enfim julga a ação, aprovando ou não a petição.
Como estamos percebendo, é estratégico para a manutenção de Bolsonaro no poder que ele tenha como seus aliados de primeira ordem o presidente da Câmara dos Deputados e o Procurador Geral da República, nada mais explicaria um governo como de Jair Bolsonaro que já tem contabilizado dúzias de crimes comuns e de responsabilidade, além de dezenas de pedidos de abertura de processos de impeachment, todos convenientemente arquivados ou ignorados, tanto por Aras quanto por Lira.
Não deixa de ser pateticamente sintomático que 2 figuras públicas importantes, que escrevem a sua biografia nos anais da história da República, escolham, por vontade própria, serem lembrados na história como 2 capachos baratos do bolsonarismo, servindo de ferramenta do nazifascismo brasileiro e deem de ombros, ignorando os diversos crimes de Bolsonaro na presidência, crimes que custaram, inclusive, a vida de muitos brasileiros, haja vista, a condução desastrosa e criminosa na pandemia do novo coronavírus ou a distribuição sem controle de armas de fogo, que vem aumentado os crimes violentos e alimentando o crime organizado, isso para ficar somente nos casos mais chamativos de todo este festival de cretinice.
A obediência servil, a fidelidade canina e a negligência criminosa de Aras e Lira para com a gestão desastrosa e assassina de Bolsonaro serão o legado desses 2 homens públicos, assim eles serão lembrados nos livros de história.
Me pergunto, à guisa de curiosidade unicamente, se valeu mesmo a pena vender o futuro de toda uma nação em nome de um projeto pessoal de poder ...
Como dizem por aí, alguns têm valores outros têm preço.
Além de seus 2 capachos, Aras e Lira, que têm sido importantes ferramentas em seu projeto ditatorial, servindo de barreira para qualquer processo de impeachment, Bolsonaro tem se esforçado bastante para controlar o Superior Tribunal Federal, caso obtenha êxito em suas investidas, controla mais um poder da República que, aliás, para o bem ou para o mal, tem sido um dos únicos freios contra a sanha golpista de Bolsonaro.
Foi o STF que, na desastrosa gestão da pandemia efetuada a nível federal por Bolsonaro, deu autonomia para os estados para decretar que as pessoas ficassem em isolamento, procedimento indicado tanto pela OMS, quanto por toda a comunidade científica.
Se dependesse de Bolsonaro, as pessoas deveriam procurar se infectar, para assim desenvolver a chamada "imunidade de rebanho" e, caso infectadas, deveriam se tratar com hidroxicloroquina, um medicamento que teve a sua ineficácia comprovada, em outros termos, Bolsonaro tomou todas as medidas que lhe cabiam a favor do vírus e, por consequência, a favor da morte e promoveu medicamento sabidamente prejudicial, note bem, não apenas um placebo de ação inócua, mas um medicamento potencialmente mortal quando usado no combate a Covid19.
Na época dessa sandice falamos de forma pormenorizada do negacionismo mortal de Bolsonaro no artigo QUAL É O PREÇO DO NEGACIONISMO?, publicado em 21/8/2021, na ocasião das reflexões que fizemos neste artigo, a pandemia estava em franca expansão no país, enquanto isso, Bolsonaro tomava todas as providências possíveis para que o vírus se propagasse mais e mais, apostando a vida das pessoas em nome de suas convicções pessoais e de sua ideologia enviesada, negando todas as recomendações científicas.
Foi neste contexto de total negacionismo científico que o STF serviu de freio contra as loucuras de Bolsonaro, certamente, sem a atuação do STF poderíamos ter um número muito maior de mortos nesta tragédia humanitária que atingiu todo o nosso planeta, mesmo assim, conforme foi revelado pela CPI da Covid, a responsabilidade da gestão de Bolsonaro na pandemia foi criminosa, particularmente cruel e eugenista, com casos escabrosos de testes não autorizados com os chamados "kit Covid", propina de 1 dólar por dose entre outros casos de corrupção e inoperância nesta crise sanitária global.
Se não fosse a negligência de Aras e Lira o relatório da CPI da Covid teria rendido um justo processo de impeachment e, quem sabe, dado a gravidade e a alta mortalidade das ações e das não-ações de Bolsonaro na gestão da pandemia, este relatório seria uma boa base documental para um processo no Tribunal Internacional, por crimes contra a humanidade.
É bom lembrar que o relatório da CPI da Covid, ao contrário do que muita gente pensa, continua ativo e pode ser acionado a qualquer momento como um conjunto de provas documentais importante e consistente que registra e levanta provas incontestáveis sobre a gestão desastrosa, criminosa e assassina do governo Bolsonaro, além disso, temos que recordar que os crimes comuns não prescrevem com o fim do mandato, ou seja, talvez, em um futuro próximo, vejamos justiça na gestão desastrosa e assassina de Bolsonaro.
Foi pela a atuação contunde do STF, pela resistência popular e pela luta da oposição (mesmo que uma oposição tímida) que Bolsonaro ainda não concretizou a sua intenção em ter nas mãos o poder absoluto da República, no entanto, em sua sanha por poder e se utilizando das prerrogativas que lhe cabem, Bolsonaro vai estendendo seus tentáculos, sua intenção é dominar o STF.
Bolsonaro tem se esforçado bastante para ter controle sobre o STF, na prática, o último poder da República que resiste as suas investidas golpistas já que o Legislativo está dominado com a cooptação de Arthur Lira, para isso, se utiliza de sua prerrogativa em indicar os ministros da Suprema Corte, se utilizando deste privilégio legal conseguiu indicar 2 ministros que, descaradamente, estão sempre em acordo com os interesses de Bolsonaro, fazendo verdadeiras peripécias argumentativas para justificar seus votos a favor do governo, sempre em concordância com os interesses de Bolsonaro, não importando o quanto absurdos e despropositais eles sejam.
Kassio Nunes Marques e André Luiz de almeida Mendonça são 2 homens públicos que, assim como Augusto Aras e Arthur Lira, não estão preocupados em escrever biografias dignas de grandes homens públicos, mas sim em servir de capachos do nazifascismo de Bolsonaro e seu inescrupuloso projeto de poder.
Espero que um dia consigamos compreender como é possível uma pessoa se prestar a este papel degradante; jogar a sua biografia no lixo e se sujeitar em ser uma peça descartável em um sórdido projeto de poder ditatorial, só dinheiro não explica este fenômeno de forma satisfatória, deve haver mais.
...
Caso consiga se reeleger, Bolsonaro terá direito em indicar mais 2 ministros o que, certamente, vai aumentar em muito o seu poder na Suprema Corte, passando dos atuais 2 para 4 capachos, aumentando de forma considerável sua força política.
Nos últimos dias, Bolsonaro ventilou a possibilidade de aumentar o número de juízes da Suprema Corte, dos atuais 11 para 21 juízes, suas justificativas eram de maior transparência nas decisões judiciais, mas é sabido que tal estratagema só é utilizado em regimes ditatoriais, como na Venezuela de Nicolás Maduro, diante da forte repercussão negativa de suas declarações tem dito que não tem mais esta intenção.
Enfim, controlar o STF, não importa como, é primordial para os planos golpistas de Bolsonaro, na atual conjuntura; com a PGR e o Legislativo dominados e um Congresso extremamente reacionário que o 1º turno das eleições nos legou a queda do STF seria na prática o fim da democracia brasileira como a conhecemos, os resultados deste prognóstico seriam desastrosos e estaríamos entrando na fase mais obscura, violenta e perigosa de nossa história recente.
Pense bem, se Bolsonaro, com seus poderes limitados pelo STF e por outras forças de resistência, provocou atrasos, destruição de conquistas, mortes, retrocessos, fomentação do ódio, distribuição irresponsável de armas de fogo, destruição dos biomas brasileiros, isolamento mundial, aumento de todos os níveis de violência, perseguição às minorias, desmatamento da Amazônia, casos escabrosos de corrupção, polarização do país, discurso de ódio constante, cerceação da imprensa, popularização das fake news, destruição da cultura, estagnação econômica e cultural, paralisação das políticas educacionais, tensão constante entre os poderes da República, cooptação das forças de segurança como a Polícia Federal e as Forças Armadas, discurso golpista permanente, uso indevido da máquina pública, endividamento do tesouro com furo do teto de gastos e irresponsabilidade fiscal, aparelhamento do Estado brasileiro entre outros retrocessos criminosos e artifícios golpistas imaginem o que faria sem nenhum tipo de resistência e com o Judiciário sob seu domínio?
Certamente, estaríamos sob uma ditadura bolsonarista, um período sangrento de nossa história.
Por isso, nosso momento histórico é temerário, a sombra de 1964 projeta-se sobre nós e corremos um risco real de ver cair, bem diante de nossos olhos, as conquistas de nossas lutas e de nossa democracia.
Não é uma era para apostas, para indiferença ou brincadeiras é um momento crucial para a nação, para o futuro de quem amamos, é a hora de escolher entre um regime democrático ou um regime ditatorial sangrento.
Falando de forma mais clara possível; a eleição de amanha é a última chance que temos para frear o ímpeto golpista de Bolsonaro, caso seja reeleito amanha, com todo o cenário que estamos presenciando de um inexplicável apoio de parcela considerável da população, Legislativo aliciado pela covardia de Arthur Lira, negligência criminosa de Augusto Aras, Senado extremamente reacionário eleito no 1º turno e toda a conjuntura em si, nada mais seria capaz de impedir Bolsonaro de seguir com seu governo golpista, seria a morte de nossa democracia e o início de uma era violenta com perseguição de supostos inimigos, eliminação de tudo que for diferente do ideário bolsonarista, uma era de muitos retrocessos para nosso país e de muito sangue, certamente.
Então amanha, quando for seguir para a cabine eleitoral, tenha claro em sua consciência o que está em jogo, esta não é uma eleição como outra qualquer, pois, por uma série de acontecimentos nacionais e internacionais, estamos decidindo amanha entre civilização ou barbárie, entre democracia ou ditadura, entre liberdade ou repressão.
Pense com carinho e lembre-se que a sombra de 1964 projeta-se sobre nós como o presságio de dias sombrios que podemos evitar, com a força de nosso voto.
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E aí, gostaram de nosso artigo desta semana?
Hoje, dia 29/10/2022, é a véspera de uma data singular para todos nós, estamos próximos de mais uma eleição no país, mas engana-se quem pensa que é somente mais uma eleição como outra qualquer, o pleito que se desenrolará amanha será uma eleição à sombra de 1964, ou seja, estaremos escolhendo entre um regime democrático ou continuar nos caminhos do autoritarismo, do nazifascismo, da ditadura e da barbárie.
Existem muitas coisas para se considerar nesta caldeirão de fatos distintos, muitos caminhos e acontecimentos que nos fizeram chegar ao ponto em que estamos, aqui em nosso espaço estamos tentando compreender os acontecimentos por meio de análises, exames, arguições que nos dê condições de tentar refletir sobre os acontecimentos por meio de uma macro visão dos fatos, longe dos preconceitos e visões simplistas e de toda a mentira que marca a nossa contemporaneidade .
No texto que acabamos de ler foi nossa intenção chamar a atenção da gravidade do momento histórico em que nos encontramos, não é exagero afirmar que, desde a redemocratização do país, este é o momento em que nossa democracia enfrenta seu maior desafio.
Em nossa história recente a democracia brasileira já passou por conturbados e traumáticos processos de impeachment, agitações sociais, processos eleitorais, crises financeiras, lutas por direitos, manifestações das mais diversas e, em nenhum desses momentos, nunca tivemos uma ameaça tão clara, vinda do executivo do país contra a nossa democracia, em outros termos, a democracia enfrenta um inimigo interno que se utiliza dos preceitos democráticos para atentar contra a democracia.
Por isso nossa época é singular e decisiva, por isso é taõ difícil enfrentar este inimigo da democracia travestido de Presidente da República, nossa era é uma era de movimento e de mudança.
Sem embargo, para além do perigo e dos desafios, é também uma era de reconciliação e de resgate, uma era para retirar da ignorância alguns de nossos irmãos e irmãs que se deixaram levar pela retórica golpista de Bolsonaro e seus estratagemas.
Sem dúvidas, haverá um Brasil para ser reconstruído depois de 4 anos de nazifascismo e não será uma tarefa fácil esta reconstrução, pois, o país estará dividido, em muitos sentidos.
Não obstante, devemos ser justos e deixar o revanchismo de lado, com a derrota de Bolsonaro nas urnas, o amor ganha o ódio e teremos uma chance de retomar nossos laços sem a influência maligna de uma pessoa que se alimenta de ódio e rancor.
Por fim, vamos encerrando nossa necessária reflexão de hoje citando um pensamento de um dos maiores defensores da democracia em todo o mundo; Nelson Mandela, que as palavras deste justo homem guiem nossas consciências para a única opção possível na construção de uma grande nação democrática;
Não é nossa diversidade que nos divide; não é nossa etnia, nossa religião ou nossa cultura que nos divide. Desde que, alcancemos a nossa liberdade, só pode haver uma divisão entre nós: entre aqueles que prezam a democracia e aqueles que não.
...
Então, amigas e amigos, com toda esta carga esperamos que nossas reflexões de hoje sirvam para agregar no debate público e nos desafios que se descortinam à nossa frente, certamente, nosso futuro será de muita luta.
...
Semana que vem estamos de volta, certos de que Bolsonaro estará DERROTADO, democraticamente, como deve ser.
Votem conscientes, como se nosso futuro dependesse disso, porque, de fato, depende mesmo!
Até semana que vem e cuidem-se !!









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