NOS QUARTOS DE MOTÉIS


Olá Escritores!


Preparados para o artigo desta semana?


Hoje vamos apreciar o texto 3, desta sequência de 4 textos, da série sexualidade humana;


no artigo de hoje vamos ler um ensaio que tem como propósito destruir esteriótipos e preconceitos que algumas pessoas carregam por conta de suas escolhas.


Como vimos nas últimas semanas em nossos artigos; POR QUE SEXO É TABU? e O MACHISMO QUE NOS HABITA, verificamos que o machismo e o patriarcado são diretamente responsáveis por muitos dos preconceitos e tabus em que o sexo está envolto.


Em uma sociedade assim tão machista não seria de se espantar que uma atividade que envolva o sexo seja cercado de preconceitos e estereótipos.


Por isso, no artigo de hoje, trazemos um ensaio que visa um novo olhar para uma atividade cercada de mistérios e preconceitos.


Hoje vamos exercitar um novo olhar sobre as prostitutas e sobre a sua sexualidade.


Diferente do que insinua o senso comum a prostituição não é; "a profissão mais antiga do mundo", este é um dito popular que não encontra nenhum fundamento científico, registros históricos e antropológicos encontraram evidencias de atividades antigas, como agricultura, caça, mas nada de prostituição.



Grosso modo, a prostituição é a troca consciente de favores sexuais por dinheiro, mas note o leitor que a relação das sociedades com essa atividade passou por várias mudanças no decorrer histórico.


No Egito antigo as prostitutas eram consideradas sacerdotisas, passavam por rituais, eram adoradas e recebiam honras de verdadeiras divindades. 


Na Grécia antiga, existia um grupo de cortesãs, chamadas de heteras, que se juntavam aos grandes intelectuais da época, eram ricas, belas, cultas e consideradas de extrema refinação.


Na Idade Média há um esforço da Igreja Católica para pôr fim a prostituição, isso se dá, em parte, pela moral cristã e, em parte, pelo suto de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST).


Com a Revolução Industrial notamos um novo aumento da atividade, as condições insalubres no  trabalho e na vida forçava as mulheres a trocar favores sexuais com patrões e capatazes para complementar o baixo salário. 



Do século XX, até os dias atuais, os governos buscam formas de desvincular a atividade do crime organizado, com políticas públicas visam manter certo monitoramento sobre a laboração. 


Vale a pena mencionar que o surgimento da AIDS, na década de 1980, também é um marco para a atividade, mudando comportamentos e exigindo atitudes mais contundentes dos governos na busca de um certo controle.


Nos dias atuais existem países como a Alemanha, por exemplo, onde a atividade é regulamentada e reconhecida como uma profissão, outra característica da atividade, em nossa contemporaneidade, é que existem outros tipos de prostituição que envolvem a tecnologia a nossa disposição, chamada de "prostituição virtual".



No Brasil, a prostituição em si não é considerada crime, entretanto, o fomento e a contratação de prostitutas pode ser considerada crime, passível de prisão.


Nas partes mais pobres do país, onde a miséria, crime organizado, tráfico de drogas e violência se misturam, verificamos outro problema envolvendo a atividade; a a prostituição infantil, essa atividade ilegal e perniciosa fomenta o turismo sexual e alimenta uma rede de pedofilia que vem principalmente dos EUA e Europa.


Assim, vamos percebendo que existes muitas facetas sobre a prostituição e sobre as prostitutas, muito preconceito e desinformação também. 


Nosso artigo de hoje não é uma ode a prostituição, muito menos um texto que visa a "glamorização" da atividade, pois, como vimos, existe muitos problemas envolvido nesta atividade, nem todas as prostitutas estão nessa vida por opção, muitas vivem uma vida de muita miséria, há também o problema seríssimo da prostituição infantil entre outros, ou seja, prostituição não é um "mar de rosas".



Não obstante, dado que nosso tema central nesta série de artigo trata da sexualidade humana em suas diferentes manifestações, nosso artigo de hoje trata da sexualidade para este grupo de seres humanos que vivem o sexo intensamente, sem nenhum tipo de tabu, explorando a sua sexualidade e de seus parceiros sem amarras morais.


É justamente neste ponto que queremos tocar em nossa reflexão de hoje, afinal, mesmo que as prostitutas evoquem nas pessoas todo o seu desprezo e preconceitos elas também despertam nas pessoas uma certa "admiração velada"; 



e essa admiração ocorre - mesmo que quase ninguém admita - porque as prostitutas podem viver a sua sexualidade sem as inquietações, tabus, traumas, receios e amarras morais que nos prendem.    


Então, vamos refletir um pouco sobre esta admiração velada que nutrimos por essas pessoas que têm seus problemas, isso ninguém nega, mas que vivem uma sexualidade plena e têm muito para nos ensinar, se conseguirmos nos desvencilhar dos preconceitos que nos entorpecem a todos.          


 
Boa leitura e boa reflexão!! 

 







Inúmeras vezes fiquei me questionando, me culpando, me sentindo de forma deslocada por não concordar com os valores que nossas sociedades nos impõem, não foi uma, nem duas vezes, que me senti assim, foram incontáveis vezes. 


Hoje, depois de tudo que passei (e passo), estou lidando melhor com tudo isso. 


Foi necessário construir ao meu redor muros altos e fortes para me isolar de tanta hipocrisia, é preciso ser resoluto e resiliente para viver nessa sociedade massificada sendo você mesmo.


Afinal, qualquer característica que não estiver de acordo com o que a sociedade espera dos indivíduos será cruelmente atacado, por todos os lados;


em outros termos, se você não for; branco, hétero, cristão, casado e com uma família padrão constituída, devidamente empregado, em um emprego respeitável, "respeitável" entenda-se ganhando muito dinheiro, qualquer estilo de vida que não abranja este padrão certamente enfrentará problemas, em maior ou menor grau;


se você não é casado será criticado, se você é negro será criticado, se você é gay será criticado, se você tem um defeito físico ou não atende aos padrões de beleza será criticado, se não estiver dentro destes, entre tantos outros padrões, será criticado e existe uma forma muito sutil e igualmente cruel na forma como a sociedade cobra o enquadramento nesses padrões;


O que ocorre é que os membros de nossas sociedades, os que estão devidamente enquadrados nesses padrões, se sentem muito a vontade para coagir quem não está, mesmo que de forma dissimulada, disfarçada naquelas perguntinhas, colocações e comentários aparentemente tolos e inocentes que contêm em si uma crueldade abjeta:


“Fulano não casou ainda?” 


“Fulano não tem filhos ainda?” 


Naquelas colocações inocentes e indecentes:


"fulana tá gorda né.” 


“nossa, mas ele casou com uma pretinha!”


“Fulano não casou até hoje, só pode ser gay.”,


A cobrança que atinge a todos nós, nos pressionando para que nos enquadremos em padrões normativos não vem de uma instância superior, pelo menos não a princípio, mas vem de nossos parentes, vizinhos, amigos e colegas, ou seja, vem dos gestos, das falas, das cobranças que recebemos de nossos pares e isso faz dessa cobrança algo muito contundente. 


Perceba o leitor que as próprias pessoas são agentes do sistema que decide o que é bom ou ruim para todos, assim, é estabelecido um padrão, criado e reforçado no decorrer histórico, quem estiver encaixado neste padrão fiscaliza a vida de quem não se enquadra, desta feita, os comentários jocosos, muitas vezes tidos como simples piadas inofensivas são, na verdade, instrumentos de coerção para os grupos "desajustados".


Na maioria das vezes as pessoas nem notam que, através dos seus atos, estão julgando, humilhando, cobrando e constrangendo as pessoas e quanto mais enquadrado nestes padrões mais “soldadinhos do sistema” elas se tornam, afinal, é cômodo criticar, julgar, apontar tendo a tradição a seu favor.


E assim, apoiada pelo paradigma vigente, essas pessoas julgam, mesmo sem a intenção direta, as pessoas que não estão.


Hoje resolvi falar de uma dessas classes que não está enquadrada nos padrões e que estão, o tempo todo, sendo julgadas, escorraçadas, vilipendiadas; as Prostitutas.


Qual o problema das prostitutas? 


Ou melhor dizendo, qual o problema que as pessoas têm com as prostitutas? 


Afinal, Todos fazem escolhas na vida e, por isso, pagam um preço;


um professor sacrifica sua voz, seu tempo, seu intelecto; 


um policial sacrifica sua vida, sua sanidade mental; 


um pedreiro sacrifica suas mãos; 


uma manicura sacrifica sua coluna; 


uma prostituta sacrifica...


seu corpo. 


É tudo uma questão de escolhas e consequências, todos nós sofremos pelas escolhas que 
fazemos e ela (a prostituta) sofre por uma vida que, talvez, não tenha lhe dado muitas opções.


Ok, a prostituição, em grande parte, não é uma vida de glamour e as prostitutas, em grande parte, são pessoas em uma vida de muito sofrimento, ninguém aqui está negando isso, mas, inerente a este fato, é notório que as prostitutas provocam o panteão de valores de nossa sociedade em várias frentes diferentes e, em cada uma dessas frentes, atingirem pontos sensíveis da estruturação de nosso conjunto de valores, essas moças lidam de forma direta com o sexo; 


um dos tabus mais bem estruturados em nossa sociedade, do qual é difícil até mesmo falar abertamente. 



Lidam com a questão da sexualidade feminina em uma sociedade sabidamente patriarcal e machista que mede a sexualidade feminina como um subproduto da sexualidade masculina e que nega uma libido feminina. 


Lidam com as questões do corpo feminino, da autonomia feminina entre outras questões, todas questões centrais e incômodas, todas tabus muito bem estruturados em nossa comunidade, muito do que essas moças sofrem:


o descaso, a ironia, o escárnio, a violência, o desrespeito; 


vem do receio que elas causam por lidarem com assuntos demasiados humanos de forma tão direta, sem o verniz da suposta civilidade que enquadra alguns membros em padrões ditos “aceitáveis” enquanto joga para um canto outros grupos.


São esses tabus, tão bem enraizados em nós, como sociedade, que ajudam na estigmatização desse grupo.


Por que virar o rosto para uma dessas moças?


Por que julgar com tamanha rapidez (e rispidez)? 


Por que nossos pais falaram que elas são más? 


Meu pai também sempre me falou que fumar faz mal, mas nunca largou o cigarro. 


Na verdade, creio que essas pessoas, tão ávidas em apontar o dedo, têm medo delas, isso mesmo, MEDO!


Medo do poder que elas exercem sobre eles, medo do poder que essas “sereias” exercem sobre mulheres e homens.


O sexo masculino deseja as prostitutas;


os meninos porque fantasiam nelas a figura da mulher que é um mistério para eles; 


os adolescentes porque elas são a materialização do que eles fantasiam nas telas dos computadores, tablets celulares e seus eternos vídeos pornográficos e que eles são incapazes de conquistar; 


os homens simplesmente porque elas são Mulheres, aquelas mulheres que usam roupas que eles não conhecem, mas imaginam, as mulheres que têm uma sexualidade latente, viva e representam a novidade e o erotismo que eles procuram em suas companheiras “respeitáveis”.



Muitos desses homens viram a cara e não olham para aquelas que ganham as vida nas esquinas das grandes cidades, mas ligam para uma agência de luxo para pedir uma moça in box e existem também aqueles que vão para as boates de classe média procurar garotas “limpinhas” que não cobram em dinheiro, mas exigem o melhor tratamento possível, tratamento VIP; os melhores quartos de motéis, as melhores bebidas/comidas, roupas e sapatos de marcas famosas, estes homens vivem nesta mentira algumas horas - ou dias, meses, anos ... - e alimentam esta ilusão se gabando porque, em suas cabeças, não gastaram para aproveitar o sexo, estes vivem no olho da mentira, pois essas são as mais caras.


Os homens de fato têm uma relação deturpada e confusa com as prostitutas;


fazem com elas o que gostariam de fazer com suas companheiras, mas não têm coragem de se abrir para as suas parceiras e contar suas preferências, também não têm coragem de saber as fantasias de suas parceiras, do que elas gostam.


Seus relacionamentos, ditos "normais", são na verdade relacionamentos problemáticos, muitas vezes são duas pessoas que não se conhecem porque, em sua intimidade, não há reciprocidade sexual. 


Eu mesmo conheci homens que me diziam que faziam aventuras sexuais com as profissionais do sexo e revelavam a elas várias de suas fantasias que não faziam com suas esposas e quando eu, perplexo, perguntava: 


- mas por que não fazer essas coisas com a sua esposa? 


A resposta era:
 

- tá doido! Com minha esposa tem que ter respeito!  


Ou seja, com as prostitutas vale explorar a sexualidade a fundo, experimentar novas sensações sem preconceito ou culpa já com a esposa o bom e velho papai/mamãe e nada mais, sem experimentação, sem aventuras, sem descobertas. 


Este é um caso particular, da minha vivência, mas casos assim são mais comuns do que pensamos, o título de “mulher respeitável” é uma desculpa andrajosa para homens não explorarem sua sexualidade com suas parceiras e vice versa.


As mulheres, embora não confessem, também são seduzidas por essas moças, porque as prostitutas, na verdade, condensam os gestos e a essência da feminilidade que elas, as mulheres diurnas, certinhas, perseguem com suas roupas caras, suas maquiagens chamativas e seus acessórios berrantes. 


Na verdade, devem sentir muita inveja, afinal, as mulheres brigaram tanto para se colocar no mercado de trabalho, negadas a elas pela mesma sociedade que as colocaram no posto de “mulheres honradas”, brigaram tanto para estarem no lugar dos homens que conseguiram ser esta “coisa” que vemos nas ruas hoje em dia;



criaturas masculinizadas e frígidas. 


Ninguém pensa muito nisso: 


Para a mulher, ser bem sucedida no mercado de trabalho é a mesma coisa que ser uma mercadoria cara numa banca chique, é estar à disposição, ser usada e se vender, não com o corpo, é verdade, mas com a sua autenticidade e com a liberdade de ser quem se é; 


é altíssimo o preço para se enquadrar em padrões. 


As mulheres “exemplares”, casadas, mães, trabalhadoras, chegam em casa cansadas de um dia de trabalho e fazem sexo, muitas vezes, sem querer fazer sexo, usando uma calcinha que o marido já conhece, ostentado a sexualidade de um boneco, não recebem dinheiro por isso, é verdade, mas cumprem com resignação o papel destinado a elas pela sociedade de mulher “passiva”.


Ora, por que a prostituta aceita fazer sexo, muitas vezes, sem querer?


Pelo dinheiro que pode lhe oferecer alguma estabilidade, pelo direito de comprar roupas, sapatos, estudar ou somente para preencher o vazio da solidão humana com um corpo quente, basicamente isso...


E por que a mulher casada, encaixada nos padrões sociais razoáveis, aceita fazer sexo, muitas vezes, sem querer?


Para não desapontar o homem que lhe dá alguma estabilidade e status social, por títulos honrosos, para não ser uma mãe solteira e sofrer, ela mesma, os jugos da sociedade e manter a família coesa ou, para preencher o vazio da solidão humana com um corpo quente, basicamente isso...


Mas vamos ser francos aqui!


Todo homem quer estar preso a uma figura maternal, a imagem perfeita da mulher que cuida, organiza , resolve, faz o jantar, lava a roupa, dá colo, olha com pureza e que, na hora do sexo, cheire bem, use calcinhas novas e provocantes, esteja de unhas feitas, cabelos sedosos, que fale coisas obscenas, dance sensual sobre a mesa, que incite que explore sua sexualidade em um sonho de volúpia, que tenha aquele fogo nos olhos, que lhe rasgue a carne com as unhas e todo homem quer entrar e sair desse êxtase sem culpa, vergonha ou julgamentos, então as mulheres se defendem com um elenco de mentiras e bobagens dizendo que relacionamento é cumplicidade, é amizade, é ceder, é cuidar, é se doar, aceitar, perdoar e blábláblá ... 


mulheres que pensam assim são mentirosas que caem nos próprios sofismas;


afinal, nenhuma mulher entra em um relacionamento para ser “mãe” de um homem, mas sim para ser sua eterna namorada, o fato, é que todo homem quer ter na cama uma prostituta e toda mulher quer ser a protagonista dos sonhos do “seu” homem.


Sempre que a gente se sente infeliz tende a culpar alguém e a sociedade, esta selva que encontrou no termo “civilização” o combustível para seus preconceitos de merda, que faz as mulheres tão infelizes com suas cobranças, ideais de perfeição, de beleza, juventude eterna e metas impossíveis culpou as prostitutas. 


Mas veja bem, eu não proponho aqui que você saia por aí abraçando as prostitutas de sua região, nem quero fundar uma Associação de Defesa das Prostitutas para que as mulheres “exemplares” tenham menos rancor delas. 


Mas gostaria, sinceramente, que a nossa sociedade fosse mais “humana” e deixasse de lado esses padrões inalcançáveis e desumanos. 


Sonho com o dia em que, cada um de nós, possa viver a sexualidade humana sem receio por não estar enquadrado em um padrão normativo que diga como você deva viver a SUA sexualidade, uma sociedade onde o sexo, algo tão natural, fosse encarado de forma mais franca, considerando que no mundo humano não existe um padrão que seja o normativo para todos. 



Quanto às prostitutas, jamais colocaria nelas tamanha miséria, contida e implícita no título de “mulher direita” elas já carregam sobre os ombros, olhos, corações e na cama peso demais, se eu pudesse fazer alguma coisa por elas não seria nada menos do que elevá-las ao status de “obras de arte”, como a materialização da beleza, como arquétipo da feminilidade real que sofre, é verdade, mas não desiste de si. 


Mesmo na escuridão dos quartos de motéis.   

As prostitutas sofrem por suas escolhas, até aí tudo certo, afinal, todos nós pagamos um preço pelas escolhas que fazemos, mas o verdadeiro sofrimento vem do preconceito que essas pessoas têm que enfrentar dia após dia.
Quem sabe um dia, quando conseguimos colocar os preconceitos para trás, possamos aprender um pouco mais com essas "criaturas da noite" para viver a nossa sexualidade com mais intensidade. 



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E aí, gostaram do artigo desta semana?


Com o texto de hoje visamos um "novo olhar" para um tipo de sexualidade humana que sofre com a marca dos muitos estereótipos e preconceitos, mas que, ao mesmo tempo, desperta nas pessoas muita curiosidade, fantasias e um certa admiração; 



e isso se dá porque, como estamos vendo nas últimas semanas, o sexo é um assunto que está envolto em muito mistérios, tabus, dúvidas e coisas não ditas, assim, é muito natural que uma classe de pessoas que viva a sexualidade de forma tão desprendida seja alvo de tanto fascínio, mesmo que esse fascínio esteja misturado com preconceitos e agressões. 



É uma gama de sentimentos muito dúbios e confusos esses que as prostitutas e sua sexualidade nos causam, mas uma coisa é certa; em termos de sexo e sexualidade temos muito o que aprender com essas pessoas, só precisamos nos livrar das amarras do preconceitos que obnubilam o nosso julgamento.


Um dia chegaremos lá!


...


Por hoje terminamos mais esta caminhada, semana que vem estamos de volta com o último artigo da série sobre sexualidade humana.


Esperamos encontrar todos vocês aqui novamente;


até semana que vem e cuidem-se!





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