ALMA DE ESCRITOR /EDITORIAL: NOSSA POLÍCIA ASSASSINA
Olá Escritores !!
Preparados para o artigo desta semana ??
Hoje vamos dividir com vocês as alegrias, aflições e angústias de quem tem a necessidade de escrever para não enlouquecer, para isso, vamos dividir alguns pensamentos e desabafos sobre o que é escrever;
estas são anotações bem pessoais que refletem um estado de espírito bem íntimo, mas, que tenho certeza, todo escritor em maior ou menor grau, passa, afinal, não é nada fácil passar para o papel sentimentos confusos que povoam nossas cabeças, não é mesmo?
Porém, antes de adentramos em nosso texto de hoje, motivados e indignados pelos recentes acontecimentos que vem ocorrendo no país envolvendo nossa força policial, gostaríamos de registrar aqui, na forma de um breve EDITORIAL, a nossa completa indignação em relação à ações desastrosas, violentas e monstruosas de nossa polícia.
Então, sem nos alongar mais, fique com este breve editorial e, em seguida, confira o nosso artigo da semana.
NOSSA POLÍCIA ASSASSINA
No último dia 24/05/2022 em uma operação na Vila Cruzeiro, Rio de Janeiro, tendo a Policia Militar e a Polícia Rodoviária Federal trabalhando em conjunto resultou em uma verdadeira carnificina, com a morte de 26 pessoas, supostamente, envolvidos em crimes além da morte de Gabrielle Ferreira da Cunha, uma vítima inocente, atingida dentro de casa enquanto tentava se esconder do tiroteio.
Um dia depois em Umbaúba, sul de Sergipe, agentes da Policia Rodoviária Federal, em uma abordagem de rotina, mataram Genivaldo de Jesus com requintes de extrema crueldade; colocaram Genivaldo dentro de uma viatura, na parte conhecida como "cofre" e jogaram dentro uma granada de artefato, simulando uma câmara de gás, o que provocou a morte de Genivaldo.
Gostaríamos de dizer que estes 2 casos escabrosos de violência policial seriam apenas exceções, casos isolados de policiais despreparados, atos de covardia excepcionais, mas, infelizmente, trata-se da rotina policial no Brasil, mais um caso de morte pela mão da polícia, a polícia mais letal do mundo.
Sim amigo bolsonarista/negacionista, mesmo que você não acredite, não aceite , não concorde, os números mostram que a polícia brasileira é a mais letal do mundo, ficando na frente até mesmo da polícia americana que também tem uma taxa de letalidade alta, principalmente se considerarmos que os EUA são um país rico e desenvolvido.
No Brasil vale a máxima; "atire primeiro, pergunte depois"
ou seria;
"espanque, humilhe, torture, atire (sempre para matar) primeiro e pergunte depois?
...
Nossa polícia é truculenta, bruta e despreparada e se acompanharmos os números no decorrer das décadas vamos observar que sua violência desproporcional só aumenta com o passar dos anos;
e em 2020, por exemplo, em plena pandemia, os números de assassinatos cometidos por policiais teve um ligeiro aumento de 1%, que pode parecer pouco, mas não é.
Por que nossa polícia mata tanto?
Não chegaremos à respostas aprofundadas, dado a complexidade do tema, neste editorial, mesmo porque, a intenção deste editorial é registrar uma profunda REVOLTA com mais esta amostra da covardia e da brutalidade da força policial no Brasil.
São fatores culturais diversos que alimentam toda esta violência policial, o fato de sermos um país de cultura escravocrata, por exemplo, que vê na punição a única forma de "educar" o povo é um dos fatores culturais mais preponderantes que podemos destacar nesta breve análise, não obstante, as principais vítimas da violência policial é preta e favelada.
O famoso "indivíduo suspeito", que tem cor e moradia pré definidos, vem daí.
A militarização das polícias também entra neste caldeirão sangrento e aqui devemos deixar claro que não estamos nos referindo unicamente à Policia Militar que é militar por definição e é de cunho militarizada, nos referimos a militarização das polícias, de todas elas;
a Polícia Civil - que em 06/05/2021 promoveu outra chacina no complexo do Jacarezinho, mais uma vez no Rio de Janeiro, com mais 29 mortes para a conta do Estado brasileiro - a Polícia Federal e todo o corpo policial brasileiro foi, gradativamente, sendo militarizado e esta militarização das policias ajuda na sangria que estamos presenciando.
Aqui, neste editorial, só queremos deixar claro que nestes 2 casos, que ganharam repercussão nacional e internacional, fica, mais uma vez evidenciado que, nossa polícia não pode continuar do jeito que está;
Precisamos de uma reforma das polícias, já!
Obviamente isso não acontecerá no governo Bolsonaro, mas, para o próximo governo, esperamos que esta seja uma pauta prioritária, pois trata-se de um projeto civilizacional ter uma polícia confiável, principalmente para as populações mais pobres que mais necessitam de uma polícia que atue dentro dos meandros da lei.
Não é possível viver em um país acoçado entre uma polícia corrupta, bruta e assassina por um lado e bandidos por outro.
Como viver em um país assim?
Bolsonaro e todo o seu ideário de desapego a preceitos civilizacionais básicos piorou muito esta situação de violência policial.
Seus discursos bélicos, sua insistente defesa ao excludente de ilicitude, suas visitas aos quarteis, os privilégios dado à classe policial entre outras medidas de cooptação desta classe, vão alimentando na corporação uma sensação de que a violência contra supostos "bandidos" é justificável e aceitável.
Na chacina da Vila Cruzeiro, como era de se esperar, Bolsonaro elogiou a ação policial, dizendo que 25 bandidos foram "neutralizados";
nos chama a atenção no detalhe do termo usado por Bolsonaro; "neutralizado", termo largamente utilizado pelas milícias do Rio de janeiro, mas isso deve ser apenas uma coincidência, não é mesmo?
Chama a atenção também o apoio popular para estas chacinas, para os apoiadores do governo não importa em se aprofundar nas circunstâncias em que se deram estas mortes ou em saber se as pessoas mortas são realmente bandidos ou não e, mesmo que fossem bandidos, não é assim que se trata transgressores da lei, mas isso não importa para os apoiadores do governo, se estas pessoas estavam na favela e se são pretas, para o bolsonarismo, elas são bandidas e merecem a morte violenta.
O bolsonarismo se alimenta de sangue e isso demonstra um desastre civilizacional profundo em curso no país, do qual levaremos décadas para nos recuperar.
Até no caso de Genivaldo Jesus, morto em uma câmara de gás improvisada eu vi gente(?) dando um jeito de anistiar os assassinos fardados, lamentável nosso estágio civilizacional ...
Este culto à morte propagado por Bolsonaro e seus sectários é doentio em diferentes níveis.
...
Dado este estado de coisas, desta polícia truculenta, despreparada, violenta, brutal e assassina por natureza devemos parar e dar um basta!
Não dá mais para viver de chacina em chacina, de assassinato em assassinato, de tortura em tortura, de agressão em agressão, assistindo nos telejornais, na internet ou, muitas vezes, ao vivo este festival macabro de seguidos casos de barbárie policial, seguindo nossas vidas como se nada estivesse acontecendo.
Nossa polícia não é uma instituição íntegra com alguns agentes corrompidos é justamente o contrário disso; a polícia é uma instituição corrompida com alguns agentes íntegros.
A violência pura e simples do Estado no combate a criminalidade é uma estratégia falida, pois, ao invés de lidar apenas com os transgressores de forma violenta e exemplar, como acreditam os defensores desta estratégia, toda esta violência acaba por se voltar para aqueles que o Estado deveria proteger, vai gerando subprodutos de violência; especializando a bandidagem e afastando a confiança da população no Estado e introjecta a violência como uma norma.
Do jeito que a polícia está hoje ela não é parte da solução no combate a criminalidade, mas sim parte constituinte do problema, ajuda mais a bandidagem do que a sociedade, afinal, em áreas de vulnerabilidade social, a policia não é bem vinda e, em sendo assim, a população é empurrada para as benfeitorias dos bandidos, já que o Estado ou é ausente ou, quando se faz presente, é na forma de sua polícia truculenta e assassina.
Vamos terminando aqui nosso editorial deixando um ultimato para nós mesmos; sociedade minimamente civilizada.
Ou paramos esta barbárie em curso, punindo de fato estes assassinos de farda e reformulando nossas policias ou será só uma questão de tempo ver a próxima chacina de gente preta ou assassinatos com requintes de crueldade em plena luz do dia.
Vamos seguir na estrada rumo ao futuro pelo caminho da civilidade ou da barbárie?
FIM.
...
Feito este desabafo e este registro de revolta contra mais esta violência policial fique agora com nosso artigo da semana:
ALMA DE ESCRITOR
Não renego nada do que escrevi em tempos passados, mesmo que muito de meus escritos passados demonstrem certa inabilidade;
mas, tenho que confessar que, possuo sim um certo valor literário, se não por meu estilo ou por minha importância pelo menos pela minha resiliência;
afinal, muitos foram os motivos que conspiraram para que eu não escrevesse nem mais uma linha sequer, muitos comentários jocosos, muitos incentivos às avessas, mas eu nunca desistir de minha vocação;
e digo isso para o homem que me encara frente ao espelho, pois, meus escritos depõem contra ou a favor de mim e é de mim que eles exigem fidelidade;
horas despendidas, noites mal dormidas, uma profusão de pensamentos, crises de criatividade ...
gostaria de dizer para vocês o porquê de tudo isso;
o porquê de tanta angústia frente a branca página, de toda esta dedicação ferrenha que não me dá nenhum retorno financeiro;
eu nunca conseguiria fazer vocês entenderem os motivos de tudo isso, mas, tentem compreender por favor; este sofrimento me traz completude.
Nunca saberei dizer em qual dos meus escritos está o melhor de mim, talvez esteja tudo lá, em todos os textos e em todos os lugares, o melhor de mim pulverizado em vários fragmentos em tudo que eu escrevi na vida;
meu leitor há de se habituar a reconhecer um pouco de mim, fragmentado nos meus textos.
Perdoem este velho escritor, há de se lidar com a impaciência do artista que quer por no papel fragmentos de si, mesmo sem encontrar as palavras certas;
no mundo das ideias está tudo lá!
Mas as ideias soltas no ar não bastam, é preciso traduzir isso para o leitor, naquela língua comum e isso é muito natural, afinal, quem vai se aventurar na cabeça do artista?
Este labirinto perigoso que é a cabeça do artista.
hoje, passadas mais de 40 primaveras, posso afirmar que ninguém sabe escrever de fato - exceto os grandes gênios, claro! - mas, mesmo para nós, simples mortais, é possível sim colocar na folha em branco muito amor verdadeiro;
e assim, cada escritor conserva dentro de si uma fonte única, uma fonte que necessita ser cuidada, dia após dia, e, mesmo assim, mesmo cuidando desta fonte com toda a dedicação possível, mesmo assim, às vezes, testemunhamos a fonte se encarquilhar, rachar e secar por completo...
Todos nós, operários da palavra, sentimos a fonte secar frente a branca página.
espreme-se a mente, a fantástica fonte, mas nada sai de lá, esta é a sina de todo escritor:
a solidão seca, das terras ermas, do mundo da gramática...
E assim, solitário e sedento o escritor tem que estar maduro para o silêncio das ideias, o espaço desolador da infrutividade;
e, quando isso acontecer - e vai acontecer - há de se olhar para trás, para as grandes obras de outrora, lembrar a linhagem de que fazemos parte, a linhagem dos domadores de palavras;
pois, a cabeça do escritor é, ao mesmo tempo, luz e treva, riqueza e pobreza, barulho e silêncio, tudo isso ao mesmo tempo e misturado como uma tempestade indomável dentro de uma mente e o escritor deve aprender a lidar com tudo isso, é deste caos mental que nasce a ordem no texto.
Quanto a mim, a revolta que me assola frente a branca página nunca me foi uma desgraça, creio poder dizer, sem trapacear, que nos momentos de maior crise... cresci;
as circunstâncias me ajudaram, fui pobre minha vida inteira, nunca fui escravo das coisas e o sol sempre brilhou forte para mim, foi este calor solar que me livrou dos ressentimentos;
O sol é de graça, de pura graça.
mesmo sendo pobre, chafundado em dificuldades e privações fui feliz e transbordei esta felicidade no papel;
sou detentor de grandes forças, demorou um pouco, mas finalmente achei um lugar para aplicar esta força e, definitivamente, não seria as dificuldades da vida que colocariam barreiras para a aplicação destas forças;
assim, fui me equilibrando nesta corda bamba sem nenhuma certeza do destino final e quem tem certezas afinal?
muitas vezes, me questionei, duvidei de mim mesmo e fui descobrindo que sou repleto de fraquezas e preconceitos com os quais devo lidar, mas nunca fui indiferente com os outros, nem mesmo com as coisas fui indiferente, a indiferença é o câncer de nossas sociedades, mas eu, orgulhosamente afirmo que, deste mal não padeço.
Há muitas injustiças no mundo, muito das quais nunca falamos.
O escritor tem dentro de si alegrias que pode contentá-lo, mas para mim, a alegria se dá no momento da concepção, no segundo que a branca página vai ganhando vida e o assunto se delineia bem na frente dos meus olhos, a articulação das palavras vão se amotinando e vejo nascer as incríveis metrópoles da gramática com seus edifícios de frases e tijolos de letras;
é neste momento mágico e delicioso que imaginação e erudição se confundem em momentos de pura sensibilidade, mas não se enganem, pois todo este processo se dá no fundo do mais profundo sofrimento, é disso que se trata a execução da obra; longo sofrimento.
o escritor é um ser vaidoso por natureza, isso não se nega, como uma mãe orgulhosa de seu filho.
Qual escritor pode se dizer livre desta soberba e ridícula vaidade?
Hoje, aos 40 e tantos carnavais, posso afirmar para todos que meu ofício literário me trouxe poucas felicidades, porque sempre há de se atrelar o ofício ao dinheiro e neste quesito fracassei miseravelmente;
Quem me dera poder dedicar-me as brancas páginas em tempo integral, com todas as forças do meu intelecto e com o tempo que me resta, quem sabe, eu entregaria para o mundo meu filho mais bonito...
Muitos acham que eu não posso gastar tanta energia neste jogo, mas o que posso fazer se este jogo me fascina?
O escritor não passa de um pobre diabo habitado por monstros.
Muitos pobres diabos habitados por monstros ouviram esta queixa também, em deixar de lado a carreira literária, mas eles não desistiram e legaram para o mundo obras de valor inestimável;
quem sou eu para me comparar aos grandes mestres, mas posso, ao menos, mirar em seus exemplos e perseverar;
no silêncio de meu coração arde uma chama que não apaga e sinto humildade diante das grandes vidas.
Um espírito incauto tem que se aventurar.
Cada um de nós, neste grande teatro chamado vida, temos um encontro conosco mesmo e não são estes ridículos privilégios que nos farão esquecer este compromisso.
Não é o dinheiro que torna as pessoas ricas.
Sobre a vida e seus mistérios quase nada sei, mas sei que para estar vivo é preciso ter apetite pela vida, apetite dosado por certa dose de desespero, os meus momentos de desespero me tiraram tudo, exceto o meu apetite pela vida;
é necessário encontrar equilíbrio entre o que sou e o que eu digo, somente quando conseguir chegar à este equilíbrio, talvez, consiga escrever minha obra mais importante, até lá sigo tentando, lançando para o mundo fragmentos de mim aqui e acolá;
revelando, aos poucos, a minha alma;
a minha alma de escritor.
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E aí, gostaram do artigo desta semana ??
É uma pena que nossa reflexão de hoje, em dividir com vocês as aflições e alegrias do ato de escrever, tão importante para todos nós, tenha que dividir espaço com as barbaridades do nosso cotidiano brasileiro.
A chacina da Vila Cruzeiro é mais uma chacina promovida pelo Estado brasileiro, mais um fato que reflete muito bem o estágio civilizacional em que nos encontramos.
Por uma macabra coincidência falamos sobre este assunto em um artigo aqui no Blog, publicado no dia 15/05, dias antes da chacina da Vila Cruzeiro acontecer, lá em nosso artigo PUNIÇÃO - SOMOS UMA SOCIEDADE JUSTA OU VINGATIVA? refletimos sobre a forma como tratamos os transgressores das leis em nosso país, optando por uma punição/espetáculo e como este tipo de abordagem acaba por se voltar contra nós.
Trocar a justiça por simples vingança tem custado caro para a nossa sociedade e de chacina em chacina vamos confirmando que a violência policial não ajuda em nada no combate à violência, ao contrário disso, só vai aumentando este ciclo de violência sem fim.
Eu fico pensando que lá no distante ano de 1992, quando presenciamos o massacre de 111 presos no antigo complexo de Carandiru deveríamos ter aprendido alguma coisa, mas, ao invés disso, nossa polícia foi ficando cada vez mais truculenta, violenta e mortal;
e não estamos desconsiderando nossa atual conjuntura da ascensão da extrema direita no Brasil e no mundo, mesmo considerando isto, os números mostram que a nossa polícia não está trilhando o caminho da civilidade.
De 1992 para cá quantas massacres presenciamos?
Quantas vidas nossa polícia justiceira ceifou?
E o pior de tudo isso neste estado de coisas é que as chacinas vão virando rotina e as pessoas vão se embrutecendo frente aos casos que vão se multiplicando;
ninguém fala mais da chacina do Jacarezinho ocorrida em 06/05/2021 onde 28 pessoas foram assassinadas por mais uma ação desastrosa da polícia e, em breve, ninguém vai falar mais da Chacina da Vila Cruzeiro vai cair no esquecimento da sociedade, os policiais envolvidos vão ser absorvidos e vamos seguindo com nossas vidinhas até a próxima chacina.
Isso tem que mudar !!
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| O Rio de Janeiro e o Brasil não merecem isso, precisamos mudar isso! Dar um basta!! |
O caso de Genivaldo de Jesus Santos é ainda mais escabroso;
Comprova que nossa polícia é treinada para matar e mata com requintes de crueldade;
alias, depois de toda a repercussão do caso começou a circular nas redes um vídeo de uma aula ministrada por um policial rodoviário chamado Ronaldo Bandeira que ensina aos futuros policias as técnicas que vimos ser usadas contra Genivaldo;
é inacreditável que tenhamos casos como este, mas sabemos que casos assim acontecem a todo instante porque nossa polícia é treinada para fazer isso.
só podemos esperar que, dado a repercussão do caso, que a justiça seja feita e que estes nazistas de farda sejam presos e que o Estado pague uma pensão justa aos familiares;
ações que não trarão Genivaldo de volta, mas que demonstrem que nós, como sociedade, estamos fartos desta polícia bandida que temos nos dias atuais para que os ventos da mudança finalmente cheguem para nós.
Nossos mais sinceros pêsames à família de Genivaldo, isso não pode terminar em impunidade!!
E que este caso execrável seja o divisor de águas para que possamos começar nossa árdua tarefa de reformar todas as polícias e ter uma corporação em que possamos confiar.
#JustiçaPorGenivaldo
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| Lugar de nazista é na cadeia!! #JustiçaPorGenivaldo |
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Esperamos que vocês tenham gostado de nosso artigo de hoje e esperamos encontrar vocês aqui semana que vem.
Até lá é cuidem-se !!

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