CORONAVÍRUS: NO MAIOR DESAFIO DA HUMANIDADE QUEM ESTÁ LUCRANDO?

Olá  Escritores! 


Preparados para o artigo desta semana? 


Hoje, vamos dar sequência as reflexões trazidas semana passada sobre o coronavírus e suas consequências para o mundo. 


Desta vez, refletindo sobre o papel da ciência para as sociedades modernas e quem está ganhando muito dinheiro nesta pandemia.


Afinal, falar sobre ciência implica, necessariamente, em falar sobre dinheiro, como veremos a seguir. 


No senso comum, impera uma visão "romantizada" da ciência, que a mesma se desenvolve unicamente para o avanço da humanidade, sem influência de conglomerados, livre de pressões mercadológicas.  


No artigo a seguir vamos esmiuçar de onde vem esta visão romantizada da ciência e como esta concepção equivocada da realidade ajuda as grandes corporações do lobby farmacêutico.


Esperamos que você tenha uma leitura produtiva. 


Os nomes, dados e empresas citadas neste artigo estão disponíveis na internet para consulta pública, aventure-se.


No mais, vamos desejar para você uma Boa Leitura e Boa Reflexão!!!






A ciência vem ganhando muito destaque desde o início desta pandemia, mas você já parou para refletir sobre o que é a ciência é e para que ela serve? 

São questões que, muitas vezes, ficam em segundo plano, massacrados pela rotina de nossos dia a dia.  


Mesmo assim, como modernos, somos regidos pela ciência e suas aplicações, assim sendo, cedo ou tarde, as questões sobre o papel da ciências em nossa vivência sempre vêm à tona de tempos em tempos. 


Nos dias atuais fala-se muito sobre a ciência, não é mesmo? 

 

Uns para lembrar-nos sobre a sua importância, e outros para negá-la por completo. 


Para  bem ou para o mal, a ciência e seu papel nas sociedades estão no centro do debate em nossos dias. 


Por isso, achamos válido trazer esta reflexão sobre a ciência e todo o dinheiro envolvido nela. 


Em fato, quando nós falamos de sociedades modernas, compreendidas aqui as sociedades ocidentais, advindas da estruturação matemática proporcionadas pelo pensamento cartesiano que substituiu uma ordem já esfacelada de estruturação teológica por bases de cunho matemático/científico, a ciência ganha um papel central, de estruturação da realidade mesma. 


Obviamente, este status não aconteceu do nada, estamos falando de séculos de desenvolvimento e circunstâncias que se tornaram o campo fértil para o florescimento da ciência como manifestação magna da humanidade.   


Importante ressaltar o papel central da burguesia neste processo, em fato, um papel de liderança, foi a burguesia que associou a lógica mercadológica, uma nova forma de conceber o mundo, a ideia de que somente com as leis de mercado funcionando em sua plenitude, seria possível ao ser humano a real liberdade. 


O próprio desenvolvimento da ciência estava ligado a uma ideia de “conhecimento que liberta”, um conhecimento libertador, por assim dizer.


Foi neste contexto que Francis Bacon (1561-1626), respeitado e considerado na época, a ponto de ser conhecido por “profeta da ciência moderna”, concebeu a ciência moderna como “fundamento único e último” do ser humano na natureza, ou seja, a manifestação humana capaz de, não somente compreender a natureza, como agir nela com total domínio. 


Na visão baconiana da ciência, o saber é poder. 



Francis Bacon foi um dos principais expoentes da ciência moderna, considerado como um dos fundadores da Revolução Científica. Fundamentou a visão "romantizada" da ciência que impera até os dias atuais.



Ainda segundo Bacon, a ciência deveria ser feita de forma imparcial e autônoma, uma “ciência sem sujeito”, ou seja, uma ciência feita sem nenhuma influência de dados subjetivos do pesquisador, como religião, linguagem, situação socioeconômica etc. 


Estes dados subjetivos, Bacon chamava de “ídolos”, portanto, segundo a concepção baconiana, seria possível uma ciência depurada de ídolos, uma ciência à parte de todo contexto sócio econômico.


A visão baconiana da ciência é a visão vigente na modernidade, a ideia de um cientista que trabalha sozinho em laboratórios escondidos, cercados de tubos de ensaio, trabalhando sem nenhum financiamento, guiados apenas por altruísmo. 


A credibilidade da ciência, nos dias atuais, vem estritamente acompanhada de toda esta visão romanesca da ciência. 


No entanto, na campo da história efetiva, onde o verdadeiro combate se dá, percebemos que, assim que foi se consolidando as regras mercadológicas em nossas sociedades, a ciência perdeu seu intuito original, de ser uma força desbravadora da natureza e passou a ser uma “força de produção”, logo, foram impostas à ciência todas as características inerentes à lógica mercadológica: 


Metas, prazos, interesses, resultados a qualquer preço, redução de custos, indiferença social, defesa de corporações entre outros, é de bom tom lembrar que nos referimos aqui, principalmente, à ciência aplicada, posto que a ciência teórica mantém, as duras penas, a sua essência de avanço consciente sobre a Natureza. 


Para muitas pessoas, inclusive, só existe as ciências aplicadas, tamanha é a alienação de certos membros de nossas sociedades.  


Quando nos aprofundamos nos fatos percebemos que a concepção baconiana e, consequentemente, a visão moderna da ciência, de uma ciência feita sem a necessidade de ceder a interesses mercadológicos é um mito. 


Ciência sem sujeito é impossível, dito de outra forma, não é possível separar as condições da realidade da prática da ciência, não é possível esperar que um indivíduo se dispa de seu contexto sócio econômico para fazer ciência, assim como não é possível separar a ciência em si de um contexto sócio econômico. 


Pesquisas científicas são altamente dispendiosas, requerem equipamentos, instalações, equipes, insumos, assim sendo, a imagem popular do cientista de cabelo desgrenhado trabalhando em porões sórdidos é tão insólita quanto perturbadora, haja vista, ser esta uma imagem recorrente no imaginário popular e denota falta de conhecimento da realidade concreta.


Ora, se reconhecemos que estamos tutelados pelo sistema capitalista e se conhecemos a sua lógica estrutural, suas relações de poder pautadas por “maior lucro possível, menor gasto possível” como podemos crer que haja investimentos em certas pesquisas sem interesses direcionados? 


E não falamos unicamente de empresas privadas, pois, mesmo pesquisas patrocinadas pelo Estado, atendem interesses particulares quase sempre e lembramos que a lógica mercadológica se imiscuiu em todas as instâncias de nossa estrutura social, inclusive e demasiadamente, nos Estados.


Com esta breve exposição afirmarmos, categoricamente, que atualmente não existe financiamento científico livre de interesses comerciais. 


Precisamos ter em mente que o braço pragmático da ciência foi privilegiado no decorrer histórico e este setor requer dinheiro para avançar, nenhuma mega empresa vai investir bilhões em uma pesquisa sem que está lhe dê, exatamente, o resultado esperado. 

 

Reforçamos mais uma vez que estamos inseridos no cerne de uma lógica mercadológica que rege todas as nossas relações, estas são pautadas por “vantagem”, de quanto se ganha quanto se perde, todos os meios de obtenção de capital, como empresas, agropecuária, bancos etc. são somente meios para um fim: 


Gerar mais capital, acumular. 


Para os grandes acionistas e empresários pouco importa o que as mega corporações fazem de seu investimento, a meta é lucro(vantagem).  


Como pensar em um comportamento ético em um ambiente onde as relações são pautadas, unicamente, pelo lucro? 


Inerente a visão romantizada da ciência o fato concreto é que a  ciência foi reduzida meramente a uma “força produtora” e precisamos rever o seu papel no desenvolvimento da sociedade.

 

A INDÚSTRIA DE BIOTECNOLOGIA E O PAPEL DAS CIÊNCIAS 


A década de 1970 foi marcante para a humanidade em vários sentidos, este é uma época de acontecimentos que marcaram, de forma estrutural, vários seguimentos da sociedades e muito do que reverbera hoje começou neste período estratégico. 


Foi nesta época, por exemplo, que tivemos o fim do padrão ouro, rompido unilateralmente pelos EUA o que mudou a configuração geopolítica do mundo todo, substituindo um padrão de lastro físico (ouro) por um padrão de lastro "flutuante" (dólar).  


O capitalismo entra em uma nova fase neste período e, para muitos estudiosos, foi com este fato que marcamos nossa entrada no neoliberalismo

 

Para as ciências a década de 1970 também foi um divisor de águas, foi nesta fase que se consolida o papel produtivo da ciências e isso se dá com o advento da engenharia genética. 


A técnica referente à engenharia genética consiste em “imitar” processos que existem na natureza, cuja dinâmica, no mundo natural, se daria por um longo e complexo processo de inter-relações e autorregulação. 


Grosso modo, o método consiste em obter, de certas bactérias, enzimas que serão usadas para cortar pedaços de ácidos nucleicos e inserir em vírus e bactérias ou mesmo em elementos genéticos móveis do genoma de animais e plantas, a partir deste processo, o hospedeiro é capaz de infectar a células, multiplicando-se dentro delas ou atingir o genoma replicando junto à célula receptora. 


O resultado destas manipulações é o surgimento de organismos que não existem de forma natural, modificados geneticamente. 


Os perigos deste tipo de manipulação são tão evidentemente perigosos que os próprios cientistas envolvidos nas pesquisas temiam suas implicações, já no ano de 1974, os pioneiros nas pesquisas concordaram em adiar vários tipos de experimentos, reconhecendo assim as implicações envolvidas, já aquela época, temia-se o surgimento de novos vírus e/ou doenças altamente mortais, assim como o risco de pandemias incontroláveis, no entanto, apesar de serem extremamente perigosas, as pesquisas na área genética se mostraram também altamente lucrativas, dado as inúmeras aplicações da engenharia genética na manipulação da natureza, assim sendo, não tardou a apropriação das pesquisas pelo mercado. 


Mas os riscos das pesquisas de cunho genético não são desconhecidos da comunidade científica, citamos há pouco que os próprios cientistas, pioneiros nas pesquisas genéticas, se mostraram perturbados com as possibilidades deste empreendimento, mas, além disso, a “conferência Mundial Sobre a Ciência”, realizada em junho de 1999, em Budapeste, que teve como resultado a edição de um manifesto onde se conclamava os cientistas a não se deixar levar por pesquisas antiéticas ou de efeitos adversos. 


Uma ação louvável com certeza, no entanto, apelar ao individuo/cientista, como se fosse este o responsável pelas pesquisas, é desconsiderar, por completo, a influência das mega corporações. 


São estas corporações que definem para onde vão seus rios de dinheiro, logo, definem os rumos da pesquisa e definem também seus resultados. 


É ingenuidade pensar que um mega laboratório vai financiar uma pesquisa milionária para esta mesma pesquisa demonstrar que seus produtos fazem mal. 


Assim, apelar para o indivíduo, como pretende a referida Conferência Mundial Sobre a Ciência e um esforço louvável, no sentido de trazer à tona o debate e o alerta, mas vã no que diz respeito aos resultados práticos.


Foi a engenharia genética que proporcionou aos mega laboratórios um domínio financeiro/mundial. 


A partir deste acontecimento, os laboratórios se transformaram em  transnacionais que lidam com quantias, muitas vezes, maiores do que o PIB de muitos países.  


A revista Forbes[1] lista 7 empresas do ramo de fármaco/biologia em um ranking das 100 maiores corporações de todo mundo; 


juntas, estas 7 empresas lucraram em em 2019 a quantia de US$ 158 bilhões, perceba que estamos falando de um dos mais influentes lobbys do mundo, crescendo exponencialmente enquanto gigantes do petróleo amargam quedas em suas ações ano após ano. - Mesmo em queda, o lobby petrolífero mantém o segundo lugar no ranking de hegemonia global do capital, perdendo apenas para o setor financeiro, este imbatível, pelo menos enquanto a sociedade mantiver a sua atual trajetória.


A pandemia do Covid19 está alavancando ainda mais os lucros das megas corporações do setor de fármaco e biológicos. 


Podemos ter consciência disso e não fomentar o debate sobre o futuro dessas corporações em um mundo pós-pandêmico?

...


São questões que emergem: 


Uma, diz respeito a uma reflexão da sociedade sobre a influência dos mega laboratórios, através de uma contundente pressão financeira sobre nos Estados, definindo suas diretrizes em benefício próprio; 


e a outra questão, nos convida a pensar sobre as consequências em deixar a ciência submissa a experimentos que subjugam processos evolutivos complexos e demorados, além do controle total da área da saúde e medicamentos sem nenhum controle externo. 


São ou não são questionamentos, demasiadamente, significativos? 


... 


Certamente, esta pandemia vai fortalecer o setor fármaco/biológico, existe, inclusive, a possibilidade real de este substituir o setor petrolífero no segundo lugar da hegemonia do capital global, obviamente, é cedo para uma estimativa tão ambiciosa, dado que estamos esmagados pelo imediatismo dos fatos históricos, sem o devido distanciamento histórico, necessário para uma análise mais isenta. 


Precisamos saber, por exemplo, quanto tempo vai durar está pandemia, se haverão outras, como se dará especulação financeira daqui para frente entre outras informações que não temos acesso neste ponto cego da história em que nos encontramos, no entanto, dado as informações de que dispomos até aqui, podemos cravar, sem medo de errar, que mesmo sem conquistar o segundo lugar na hegemonia global, o setor fármaco/biológico vai dar um salto em suas cifras, ao ponto de ocorrer uma nova configuração no papel dessas corporações no mercado global.  


Fica uma forte impressão que, mesmo que não tenhamos mais uma pandemia dessas proporções, o medo de que haja uma nunca mais vai nos abandoar e as ações dessas empresas nunca vão parar de subir.


Tudo que foi dito sobre as gigantes da biologia já seria perturbador, mas quanto mais nos aprofundamos neste submundo criminoso mais as coisas pioram; 


Falamos de dados concretos e verificáveis o fato de que as mega empresas possuem inúmeros processos de corrupção, lavagem de dinheiro, subornos, patrocínios de grupos terroristas, trafego de influência, manipulação de patentes, interferência na concessão do prêmio Nobel e mais uma extensa ficha criminal. 


Vários veículos de imprensa mundo afora, vêm mostrando que a cupidez dessas empresas não se detém por nenhuma consideração ética, somente o lucro lhes importa. 


A AstraZeneca, uma empresa que não figura entre os 100 maiores empresas do mundo, mas nem por isso deixa de ser um gigante do setor, recentemente, fechou um acordo com a Fiocruz para testes de vacinas contra o novo coronavírus e, por este simples fato, viu suas ações subirem a níveis estratosféricos. 


As denúncias de corrupção contra a AstraZeneca são abundantes, inclusive, acusações gravíssimas como a interferência na concessão do Prêmio Nobel 2008 ou, se preferir, manipulação de resultado do Prêmio Nobel. 


Essa ação é descaradamente antiética, na mesma proporção lucrativa. 


A corroboração de um ganhador do prêmio Nobel indicando vacinas a governos, amparado pelo prestígio dado a ele pelo prêmio, rendeu cifras inimagináveis aos laboratórios da AstraZeneca, parece-nos óbvio que, em um dilema ético, essas indústrias nem sequer hesitariam em tomar o caminho do dinheiro, do lucro absoluto, a despeito de qualquer consideração humana.


Mesmo com tantos dados e evidências o mito baconiano da ciência persiste, sobrevive, no senso comum, a ideia de que a ciência é depurada de qualquer mácula, que os cientistas são pessoas livres de condição sócio econômica, agindo pelo bem da humanidade, sem dependência nenhuma de capital externo. 


Esse mito é fortalecido pela influência das próprias mega corporações, ou seja, as próprias indústrias vão trabalhando a sua imagem através da interferência e da influência em universidades, revistas especializadas, jornalismo científico, assim, vão mesclando o verdadeiro conhecimento científico com seus interesses escusos, confundindo a opinião pública, isso, aliado a falta de conhecimento científico da maioria da população e, em muitos casos, a falta de senso crítico/filosófico do pesquisador que alimenta esta máquina de mentiras. 


Um olhar ávido para o nosso tempo e perceberemos as inúmeras explicações simplistas para justificar o aparecimento do SARS-COV-2, as explicações passam longe da possibilidade de considerar que o setor fármaco/biológico tenha, deliberadamente, produzido o vírus com seus experimentos genéticos, é mais fácil crer que o simples ato de se alimentar de um morcego tenha desencadeado a mutação do vírus e acelerado complexos processos naturais.  


Muitas vezes, o setores mais progressistas da sociedade se rendem a esta visão inocente da ciência, desconsideram por completo o capitalismo e sua dinâmica que impede que este tipo de ciência pura e romantizada se realize, precisamos abandonar esta inocência tóxica. 


A crítica feita à ciência não é uma negação da ciência, em tempos de polarização extrema convém salientar isto, não se trata aqui de vilipendiar a ciência, pelo contrário, pretendemos reconhecer a ciência como a grande conquista do saber humano, capaz de nos guiar, com segurança, pela incrível jornada humana que se descortina perante nós, mas considerar a ciência um de nossos principais feitos não nos exime de tecer, sobre as ciências e seus limites de ação, uma crítica contundente, precisamos reconhecer a ciência no que ela é; 


Uma manifestação da cultura humana inserida em um mundo onde as relações são definidas por fatores sócios econômicos. 


Em si, a ciência não é uma manifestação ética, sua finalidade não é necessariamente o bem, ela é um instrumental objetivo para lidarmos com a realidade (natureza). 


O que não quer dizer que a ciência deva se prestar a qualquer coisa. 


A forma como as mega corporações vêm tratando a natureza, reproduzindo em laboratórios vírus com auto poder contagioso e fabricando doenças, em nome de lucro, precisa entrar em voga no debate. 


Agora mesmo! 


Já negligenciamos demais as atrocidades dessas corporações e o mundo pós-pandemia torna o debate ainda mais urgente do que nunca.


O momento é singular.     

 

Nossa leitura nos mostrou que a concepção da ciência moderna está enviesada por uma noção inocente demais do que é a ciência e o mundo real onde ela está inserida, enquanto isso, trabalhando nos bastidores, as mega empresas do setor fármaco/biológico vão acumulando poder financeiro capaz, inclusive, de suplantar o já famigerado setor petrolífero. 


Este novo poder está assentado em bases extremamente antiéticas, sem nenhuma preocupação ecológica ou social, ganhando fortunas, tanto na saúde das pessoas, quanto com a manipulação genética. 


Posto esta conjuntura, nos parece claro que o papel da filosofia, dado seu ethos crítico, é a de instigar o debate público para, em primeiro lugar, trazer à consciência coletiva o real estados da situação mundial e, subsequentemente, debater uma forma de controle mais objetivo e menos demagogo, principalmente em um mundo que certamente não será o mesmo.


A questão seria: Como fazer a filosofia e o pensamento crítico em geral, atravessar a barreira de intransigência de nossa era e fomentar um debate, deveras, producente? 


Como vencer gigantes que se adaptaram tão bem ao sistema, e usam tão eficientemente suas brechas legais? 


E principalmente...


O progresso científico a qualquer custo vale a pena?





[1] A lista está disponível no endereço eletrônico: https;//www.forbes.com/global2000


>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>


E aí, o que você achou do debate desta semana? 


O tema é polêmico, controverso, atual e atinge a todos nós. 


Daí a importância de você também se manifestar e dar a sua opinião. 


Todas as opiniões (inclusive as contrárias) são importantes e válidas desde que o respeito venha em primeiro lugar, sempre.


Semana que vem tem um novo artigo. 


Até lá e cuidem se!!   




Comentários

VEJA NOSSO TOP 10!! AS 10 POSTAGENS MAIS VISITADAS DE NOSSO ESPAÇO!!